O Espírito Santo Clama! Cumpra sua missão!

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O tema da campanha da Junta de Missões Estaduais deste ano é profundamente encorajador: “O Espírito Santo Clama. Quem responderá?”. Todo clamor convoca uma resposta e, consequentemente, deve se tornar uma missão. John Ortberg nos desafia: “Quando não cumprimos a nossa missão, nós a substituímos por uma missão enganosa”.

Na história bíblica revelada, há um exemplo que deve ser notado, pois suas palavras tocam no fundo de nossa alma e apontam definitivamente para uma missão cumprida após intenso clamor. Ester disse com suor, lágrimas, jejum e oração: “... Durante três dias não comam nem bebam nada, nem de dia nem de noite. Eu e as minhas empregadas também jejuaremos. Depois irei falar com o rei, mesmo sendo contra a lei; e, se eu tiver de morrer por causa disso, eu morrerei (Ester 4.16)”.

Temos um alvo evangelístico, social, moral e espiritual com o Estado do Espírito Santo e, por isso, nossa missão precisa ser autêntica, contínua e fiel, pois ela está sujeita a passar por três estágios, assim como aconteceu com Ester. Estejamos atentos a cada uma dessas etapas.

A primeira etapa de uma missão é a “euforia”. A referência bíblica encontra-se em Ester 2.17, 18: “... O rei colocou a coroa na cabeça dela e a fez rainha no lugar de Vasti. Depois ele deu um grande banquete em honra de Ester e convidou todos os oficiais e servidores. Ele decretou que aquele dia fosse feriado no reino inteiro e distribuiu presentes que só um rei poderia oferecer”.

A menina pobre e escrava se torna rainha. Em outras palavras, uma conquista extraordinária na vida de Ester. A euforia da festa é justificada e, com certeza, atingiu o coração da jovem rainha; sua missão começou. Porém, nessa euforia há um grande perigo: esquecer-se de sua missão real e trocá-la por uma missão enganosa. Dentro deste contexto podemos fazer uma pergunta fundamental: será que nesse momento Ester cogitou a possibilidade de que foi Deus quem concedeu a ela essa oportunidade como uma missão? A teologia que o livro de Ester demonstra é que dentro do plano divino não há coincidências, há providência e propósito de Deus. Veja: “Porque, se de todo te calares agora, de outra parte se levantará para os judeus socorro e livramento... e quem sabe se para conjuntura como esta é que foste elevada a rainha? (Ester 4.14)”.

Ester estava eufórica por ter conseguido algo inesperável, o trono da rainha. Mas ela caminhava para trocar sua missão em salvar os judeus por uma outra enganosa, ou seja, continuar sendo a mais bela de todo o reino. Só há uma saída para a euforia: levar-nos à nossa missão; caso contrário falharemos, pois entre a euforia e a missão cumprida há a possibilidade da fase do descrédito.

Se chegarmos ao final da campanha de Missões Estaduais eufóricos com o sucesso dela, mas se ninguém estiver disposto a fazer desse êxito uma ferramenta de evangelização na igreja local e, consequentemente, em todo o Estado do Espírito Santo, então teremos sido vencidos pela euforia e trocado a nossa missão autêntica por uma enganosa.

A segunda etapa de uma missão pode ser denominada de “o descrédito”. A referência bíblica que utilizaremos é Ester 4. 11: “... A lei é esta: quem entrar sem licença do rei será morto, a não ser que o rei estenda o seu cetro de ouro para essa pessoa. E já faz um mês que o rei não me manda chamar”.

O descrédito é o abismo entre a euforia e o cumprimento de sua missão. Há possibilidades de transpor esse abismo, mas alguns caem nele. Nesse momento da história, Ester está desacreditada de si mesma e de sua missão. Suas palavras são enfáticas: “Já faz um mês que o rei não me chama para a sua presença!”. Parafraseando as palavras de Ester poderíamos escrevê-las assim: “Eu acho que não sou capaz!”.

A coroa da rainha Ester já não tem o mesmo brilho que tinha no período da euforia; ela caiu no abismo do descrédito. Nesse estágio, por razões próprias, vemos ofuscadas as potencialidades que nos foram dadas pelo Espírito Santo divino. O descrédito faz esquecer-nos da nossa real missão, mas Deus faz questão de nos lembrar dela: “Quem sabe não foi para um momento como este que você foi levantada como rainha? (Ester 4.14)”.

A terceira fase é intrínseca a ela mesma, eu a chamo de “a beleza do cumprimento da missão”. O texto bíblico encontra-se em Ester 4. 16: “... irei falar com o rei, mesmo sendo contra a lei; e, se eu tiver de morrer por causa disso, eu morrerei”.

Pense nisto: sua missão está ligada aos eternos propósitos divinos. Agora Ester está disposta a dar literalmente a sua vida em prol de sua missão, pois ela entendeu que isso era o propósito divino. Suas palavras são contundentes: “Irei falar com o rei, e se tiver que morrer por essa causa, morrerei”. Eu tenho certeza de que a nossa causa é muito nobre, pois o Estado do Espírito Santo realmente clama. 

Uma pergunta fundamental: por que Ester mudou tão rápido de opinião? Como ela saiu da euforia, entrou no descrédito e agora pretende dar, literalmente, sua própria vida por essa missão? A resposta é uma só: existe beleza no cumprimento de nossa missão, e Ester descobriu isso. Ela percebeu que a beleza não estava em sua coroa exibida euforicamente no dia da festa de sua apresentação como rainha; esta não era a sua missão. Sua missão era interceder junto ao rei por seu povo, que estava sendo subjugado, oprimido, ameaçado pela injustiça de um decreto que os exterminaria. Ester foi escolhida entre as mais belas mulheres para se tornar a rainha, mas ao estar disposta a dar a vida em prol de sua real missão é o que podemos ver de mais belo na vida dela. Há uma beleza singular no cumprimento de nossa missão. Uma beleza que toca o coração de Deus e das pessoas ao nosso redor. O Estado do Espírito Santo está clamando. O Espírito Santo divino está dizendo a cada um de nós: Cumpra a sua missão!

Autor: Kleber Teles Ribeiro
Pastor da Primeira Igreja em Mucuri – Cariacica; Professor de Hermenêutica e Filosofia no CETEBES; Mestrando em Filosofia na UFES.
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www.missoesestaduais.com

Campanha de Missões Estaduais 2015
O Espírito Santo Clama, quem responderá?

1 comentários:

  1. Eu sou membro da Igreja Batista Central em Cardoso Moreira e diretora da Escola Batista Central. Venho pedir uma ajuda para conseguirmos legalizar os direitos trabalhistas dos funcionàrios. Visto que, a escola funciona há 4 anos, com Educação Inf antil e faz um excelente trabalho na comunidade, se tornou um campo missionário quando as crianças de 1 a 6 anos levam para seus familiares não crentes, oração, hinos, histórias bíblicas e muito mais...conseguindo até a conversão de um pai que bebia e fumava pelas atitudes de seu filho de 6 anos, aluno da escola.
    A escola é um meio de evagelizar, pois estudam lá filhos d católicos, espíritas, evangélicos e não crentes...
    Estamos passando por dificuldades e precisamos de ajuda. Espero poder contar com o apoio de vocês. Pois precisamos iniciar este trabalho de missões dentro da nossa cidade, estado, país...Se não conseguirmos, corre o risco de fechar. Aí serão 17 funcionários desempregados e 57 alunos e famílias sem direção e desamparados...
    Certa de conseguir este apoio, despeço-me.
    Aguardo resposta.
    Elizângela Dias Antunes cel(22)998131526

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